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BH ganha cerca de 400 novos leitos hospitalares em dois anos

15/02/2011

BH ganha cerca de 400 novos leitos hospitalares em dois anos

A Prefeitura trabalha em várias frentes para aumentar o número de leitos hospitalares e tem obtido resultados positivos. Desde janeiro de 2009, foram abertos 396 novos leitos hospitalares para atendimento aos pacientes do SUS-BH. Com isso, o total de leitos da capital teve um aumento de 7,2%, passando de 5.161, em janeiro de 2009, para 5.557 em novembro de 2010. A meta é cada vez melhorar esse percentual, de forma a garantir atendimento hospitalar a todos que precisam.

Para alcançar esse objetivo, diversas ações têm sido empreendidas. Entre elas, a construção do Hospital Metropolitano, o projeto Santa Casa Mil Leitos, o apoio ao Hospital São Francisco, a municipalização do Hospital Nossa Senhora Aparecida e parcerias com o Hospital das Clínicas e unidades da rede privada.

Graças ao projeto Santa Casa Mil Leitos, foram abertos 160 leitos desde dezembro de 2009, totalizando 933 em funcionamento. Ainda está prevista a disponibilização de mais 152 leitos, somando um total de 1.085. Dessa forma, a Santa Casa será um hospital 100% SUS. Com o apoio da Prefeitura, o Hospital São Francisco se recuperou e ofereceu 135 leitos, em 2010, nas áreas de oncologia, nefrologia, clínica médica, cardiologia, cirurgias eletivas, neurologia, CTI adulto, hemodiálise, quimioterapia e radioterapia. Além disso, em parceria com a PBH, foram abertos 37 leitos na Unidade Coronariana do HC/UFMG. Outra parceria é com o Hospital Felício Rocho, que permitiu a abertura de 32 leitos de enfermaria.

A construção do Hospital Metropolitano prevê a abertura de 320 novos leitos (40 de UTI e 40 de observação no Pronto-Socorro). O Hospital Nossa Senhora Aparecida (HNSA), municipalizado em setembro de 2010, passará de 62 para 82 leitos nos próximos seis meses. A administração do hospital está sob responsabilidade do Hospital Odilon Behrens na primeira municipalização feita na capital.

Cirurgias eletivas

O Projeto de Cirurgias Eletivas, implementado pela Prefeitura em junho de 2009, tem a meta de zerar, em até três anos, a fila de espera por cirurgias eletivas. Até novembro de 2010, foram realizadas 36.343 cirurgias em pacientes de Belo Horizonte e do interior do Estado. O projeto envolve 23 hospitais credenciados, 15 especialidades médicas e 110 equipes médicas (564 médicos) e tem como meta realizar 240 mil cirurgias no prazo de 42 meses, com investimento de aproximadamente R$ 388 milhões do Tesouro Municipal.

Para alcançar esse objetivo, foi estabelecido um incentivo aos hospitais e aos profissionais conveniados, com um incremento nos valores pagos pela tabela do SUS/BH. A referência para o incentivo aos profissionais médicos é baseada na Tabela de Procedimentos do SUS e na Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM).

A PBH já repassa o mesmo valor pago pela maioria dos convênios de saúde, ou seja, 70% da CBHPM por procedimento médico. Para receber os incentivos, os 23 hospitais tiveram que aumentar a capacidade de atendimento, ampliando a oferta de cirurgias. Alguns chegaram a criar um terceiro turno de funcionamento do bloco cirúrgico e passaram a fazer cirurgias também nos fins de semana.

INVESTIMENTOS

Vinte e nove centros de saúde foram construídos, reformados ou ampliados pela Prefeitura nos últimos dois anos. Foram investidos cerca de R$ 20 milhões para melhorar o atendimento à população. Além desses 29 centros de saúde que já estão com as obras concluídas, mais três unidades estão em obras: os centros de saúde Jaqueline II, Regina e Betânia.

Nos centros são oferecidas consultas médicas e de enfermagem, atendimento aos casos agudos e programados, saúde bucal, saúde mental, núcleo de apoio às equipes de saúde da família, vacinação, curativos, farmácia, marcação de exames especializados e consultas especializadas, coleta de exames laboratoriais, grupos operativos, planejamento familiar e zoonoses. Dependendo da necessidade, as pessoas são encaminhadas a outras unidades de saúde para consultas com médicos especialistas, exames ou cirurgias.

As unidades, agora, oferecem melhor estrutura física, inclusive, com obras que facilitam o acesso para os portadores de deficiência. Também foram construídos mais consultórios, foram melhoradas as salas de enfermagem, a coleta, a sala de reunião, a recepção, a sala de farmácia, os banheiros e tudo o que garante mais conforto aos usuários. Belo Horizonte tem, hoje, 147 centros de saúde, nove Centros de Especialidades Médicas (CEMs), cinco Unidades de Referência Secundária (URSs), um Núcleo de Cirurgia Ambulatorial, um Centro Municipal Oftalmológico e um Centro Municipal de Imagem, além das oito Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Fonte: Portal da PBH

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